Apresentação de dança Tribal Fusion na ABYOGA outubro de 2015

Dança Tribal Fusion

  • Sobre a Dança Tribal:

Esta dança é conhecida por muitos nomes, incluindo “Fusão Tribal”, “Tribal Fusion”, “Tribal Bellydance” ou “Tribal Style”, “Tribal”, dentre outros. É uma dança contemporânea, cuja essência é a hibridização de danças étnicas e linguagens corporais diversas.

O Tribal se originou quando ocorreu a hibridização entre a Dança Árabe (Dança do Ventre e Folclore árabe) com Flamenco, Dança Clássica Indiana e Danças Urbanas. Porém, o potencial de fusão deste estilo de dança é virtualmente infinito, possibilitando que o praticante explore fusões e hibridizações diversas, incluindo outros estilos de dança, exaltando apenas um de seus pilares, ou inserindo diferentes linguagens do corpo e do movimento.

Por ser uma dança que mescla diversas culturas e etnias, as possibilidades de uso são também muito amplas, permitindo ao praticante experimentar diversos focos de trabalho, sejam eles terapêuticos, lúdicos ou rituais.

Adotando o nome artístico “Anath”, a professora, bailarina e coreógrafa de Dança Tribal e Dança Árabe, professora de Yoga Clássico e estudiosa do corpo, movimento, expressão e consciência corporal, ministra aulas de Dança Tribal na ABYOGA.

Possui Formação Profissional em Tribal Fusion, ministrada por Joline Andrade (SP, 2015), em Dança do Ventre, ministrada por Brysa Mahaila (RS, 2014) e Yoga Clássico, pela ABYOGA (RS, 2015), e Formação Acadêmica como Bacharel em Ciências Biológicas (2012) e Mestre em Paleontologia de Vertebrados (2016), ambos pela UFRGS.

Além da experiência como professora desde sua formação em 2014, ministrou aula de Dança Tribal no Curso de Formação Profissional em Dança do Ventre de Brysa Mahaila (edição de 2015), e participou da equipe da peça teatral experimental “A Diferença Selvagem”, de Lúcio Manfredi (RJ, 2016) como Preparadora Corporal.

Em 2015 certificou-se também nos cursos Tribal Interpretativo, de Bruna Gomes; Mestrado em Reiki, facilitado por Samanta Barth; Estilo Egípcio, de Brysa Mahaila; e recebeu, na conclusão deste último, o Selo de Qualidade do Templo do Oriente.

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